domingo, 11 de outubro de 2009

O Programa de Microcrédito do Paraná, também conhecido como Banco Social, voltou a funcionar em Cambé.

A cerimônia de reativação do programa aconteceu na sede da Secretaria Municipal do Trabalho, onde funciona a Agência do Trabalhador e contou com a presença do prefeito João Pavinato, da chefe regional da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social, Sueli Terezinha Beggiato, de vereadores e secretários municipais.
O prefeito João Pavinato, que já foi secretário municipal do Trabalho, lembrou que o Banco Social de Cambé, na época sob a gerência do atual presidente da Câmara, Luis Antonio Felix Junior (Junior Felix), servia de exemplo. “Muitas cidades vinham a Cambé para conhecer o funcionamento do Banco Social”, afirmou Pavinato.
O prefeito também destacou a importância da reativação do Banco Social por atuar diretamente com os pequenos empreendedores. “O Programa do Microcrédito tem uma perfeita sintonia com as políticas adotadas em nossa administração pelo seu grande alcance econômico e social”.
Já o presidente da Câmara, Junior Félix falou de sua emoção em participar da reativação do programa. “Fui o primeiro agente de crédito do Banco Social em Cambé, e juntamente com o João Pavinato, que na época era secretário do Trabalho, pudemos ajudar muita gente a realizar o sonho de investir em seu próprio negócio”.

Como funciona
O Banco Social é um programa de microcrédito do governo do Paraná, criado para atender pequenos empreendedores, sejam eles formais ou informais. Podem se beneficiar pessoas físicas ou jurídicas que queiram empreender ou já possuam um pequeno negócio e que necessitem de financiamento para melhorar ou expandir suas atividades.
Para participar é necessário residir há mais de um ano no município e ter endereço fixo. A pessoa também não pode ter restrições cadastrais e nem ganhar mais que R$ 360 mil por ano.
Os financiamentos podem ser feitos para capital de giro (mercadorias e matérias-primas industrializáveis), investimento fixo (aquisição de máquinas e equipamentos) e investimento misto (combinação dos dois tipos).
O Banco Social não financia insumos para o setor agropecuário, nem a aquisição de veículos, itens de custeio (como combustíveis ou hospedagem, por exemplo), cursos de aperfeiçoamento, compra de participação em sociedade, compra de imóveis ou pontos comerciais.
Para fazer financiamento também é necessário apresentar avalista (pessoa idônea, sem restrições cadastrais e que comprove renda compatível).

Taxas e prazos
Para pessoas físicas que vão iniciar uma atividade, o Banco Social financia até R$ 700 de capital de giro ou R$ 2 mil para investimento fixo ou misto. O prazo para pagar varia de 6 meses (capital de giro) até 18 meses (investimento fixo). Para quem já tem uma atividade formal ou informal, e quer consolidar o negócio, o Banco Social financia até R$ 2 mil de capital de giro (prazo de 6 meses para pagar) ou R$ 5 mil para investimento fixo ou misto (com prazos de pagamento de 18 meses no primeiro caso e 12 meses no segundo).
Para as empresas formais que já estão na fase de expansão e faturam até o limite estabelecido pelo Banco (R$ 360 mil por ano), é possível financiar R$ 3 mil de capital de giro (com nove meses de prazo) e R$ 10 mil para investimento fixo (24 meses de prazo) ou misto (18 meses de prazo). Em todos os casos a taxa de juros é de 0,95% ao mês.
Outras informações podem ser obtidas na Secretaria do Trabalho (Rua França, 988) fone 3174 0449 ou pelo site da Agência de Fomento (www.afpr.pr.gov.br).

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