quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A CPI DA MENTIRA

Editorial do CAMBÉ DE FATO:


A CPI DA MENTIRA

“Desafiamos a CPI da Câmara de Vereadores a 
EXIBIR qualquer documento fiscal ou bancário que PROVE desvio de dinheiro no contrato da Prefeitura com o Instituto Atlântico.”

A CPI da Câmara de Vereadores mostra mais uma vez que não tem nenhum compromisso com a verdade.
A CPI, criada por motivos meramente políticos e eleitoreiros, sem nenhum objeto definito ou denúncia, é agora  revivida com nítido interesse em conturbar o quadro eleitoral.
Vamos aos fatos.
Os três vereadores que fazem parte da CPI (Cecílio Araújo, Irineu Defende e José Carlos Camargo) são desafetos declarados do atual prefeito João Pavinato a quem fazem a mais implacável oposição, assim como também o faz o presidente da Câmara, Conrado Scheller.
A CPI, criada em 2011, funcionou durante os 120 dias previstos no regimento interno da Câmara e foi EXTINTA, como atestou o próprio presidente da Câmara.
O relatório entregue àquela época, foi declarado NULO pela justiça e não pode servir de base para qualquer documento.
A Câmara ‘esqueceu’ a CPI de outubro de 2011 a agosto de 2012, e a ‘retomou’ durante o período eleitoral, com nítida intenção de desgastar o atual prefeito que é candidato a reeleição.
Todos os membros da CPI, assim como o presidente da Câmara e toda a mesa diretora do Legislativo Municipal faz parte da aliança que apóia o candidato a prefeito de oposição, Armando Jairo da Silva Martins.
Não há e nunca houve desvio de dinheiro público no contrato da Prefeitura de Cambé com o Instituto Atlântico (veja matéria nesta edição). Todo dinheiro repassado é auditado pelo Tribunal de Contas do Estado que esteve em Cambé fiscalizando o contrato e não encontrou nenhum desvio, simplesmente por que não há desvio.
Aliás, desafiamos publicamente a CPI da Câmara de Cambé a exibir qualquer documento bancário ou fiscal que comprove que houve desvio  de recursos no contrato da Prefeitura com o Instituto Atlântico.
Em suma, a CPI e seu “novo” relatório,  são, em nossa opinião, apenas mais uma forma de se criar um fato político- eleitoral, nos dias que antecedem o pleito de 7 de outubro.
Um grande abraço,
Luiz Cesar Lazari

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