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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Beto Richa visita Cambé e faz carreata de apoio a João Pavinato

Do CAMBÉ DE FATO:


Beto Richa visita Cambé e faz carreata de apoio a João Pavinato


O governador do Estado Beto Richa esteve em Cambé no último domingo (30) para participar de uma carreata de apoio à candidatura à reeleição do prefeito João Pavinato. “O João é nosso companheiro, esteve sempre com a gente e tem feito um ótimo trabalho na Prefeitura de Cambé. Por isso, mesmo com a agenda cheia, eu não podia deixar de vir a Cambé trazer o meu apoio, ” disse Beto Richa para o CAMBÉ DE FATO.
O governador chegou por volta de 12h30 na Avenida Roberto Conceição, em frente ao Fórum da cidade, e debaixo de um sol forte cumpriu um roteiro que passou por todas as regiões da cidade, terminando na marginal da PR 445, no Novo Bandeirantes.
Richa foi acompanhado do deputado federal licenciado e secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly, do prefeito João Pavinato e da vice Cidinha Pascueto, além de quase duas centenas de carros de simpatizantes que percorreram as ruas da cidade.
Beto Richa também declarou seu apoio à Pavinato.  “Com a reeleição do João  vamos estreitar ainda mais os laços entre a Prefeitura de Cambé e o governo do Estado, e trazer recursos e obras para a cidade em diversas áreas, como na habitação, na geração de empregos, na infra-estrutura, na segurança e na saúde pública”, disse Beto Richa.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Hauly diz que finanças do Estado estão equilibradas

Do CAMBÉ DE FATO:

As finanças do governo do Estado estão equilibradas com os pagamentos em dia, com aumento de arrecadação mas a evolução dos gastos com a folha de pagamentos preocupa. Este é, em poucas palavras, o quadro relatado pelo secretário de Fazenda, e deputado federal licenciado    Luiz Carlos Hauly, apresentou em audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná, na última semana. Os dados são relativos ao terceiro quadrimestre de 2011. 
De acordo com o secretário, o relatório demonstra que o Estado chegou ao fim de 2011 com a situação financeira equilibrada e cumprindo as metas fiscais. As receitas aumentaram mais do que as despesas no período e os pagamentos estão sendo feitos em dia. 
A preocupação maior, segundo Hauly, é a folha de pagamentos, que teve um crescimento de 19%, em decorrência do pagamento de perdas históricas, reposição da inflação, reenquadramento de categorias como a dos professores e dos profissionais de saúde, além de novas contratações na segurança pública. “Fomos um dos poucos estados a conceder reajustes. Fechamos o ano equilibrados e conseguimos honrar os compromissos. Pagamos as contas, as folhas de pagamentos, décimo terceiro salário, a dívida, o custeio”, disse o secretário Hauly. 
Ele também tranqüilizou as categorias que estão em negociação salarial com o governo. “Os aumentos serão dados, mas não podemos cometer nenhum exagero, sob o risco de não poder honrar os compromissos. O governo vai tomar decisões com os pés no chão”, disse. 
De 2010 para 2011 a folha de pessoal do Estado passou de R$ 10,8 bilhões para R$ 12,9 bilhões. No fechamento do ano, a despesa com o funcionalismo do Estado atingiu 53,61% das receitas correntes líquidas, dentro do limite da instrução normativa 59/2011 do Tribunal de Contas. 
Entre janeiro e dezembro do ano passado, a receita bruta com a arrecadação própria foi de R$ 18,6 bilhões — 15,1% superior a 2010 (R$ 16,2 bilhões). A receita global foi 13% maior. Passou de R$ 22,2 bilhões no exercício anterior para R$ 25 bilhões em 2011. 
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que representa 84,7% das receitas do Estado, teve arrecadação de R$ 15,8 bilhões em 2011, com aumento de 14,6% sobre os R$ 13,7 bilhões recolhidos em 2010. Já a arrecadação de Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) cresceu 8,3% entre os dois períodos. Foi de R$ 1,36 bilhão em 2010 para R$ 1,54 bilhão em 2011. 
A análise das despesas correntes, em recursos totais mostra evolução de 15,8% no período, passando de R$ 19,9 bilhões para R$ 23 bilhões. O resultado primário, que reflete a diferença entre receitas e despesas, foi positivo em R$ 472 milhões. 
Quanto às vinculações constitucionais e legais, o governo do Paraná atendeu em 2011 as exigências para gastos em educação (30,17%) e saúde (12%). “Temos compreensão do nosso papel na gestão das contas públicas e trabalhamos para fazer todos os ajustes necessários para que o Paraná retome sua capacidade de investimento, fundamental para levar mais qualidade de vida à população”, afirma o secretário Hauly. Segundo ele, medidas de ajuste acontecem em todas as instâncias da administração pública em razão do cenário econômico internacional. Como exemplo, cita a decisão do governo Federal de não conceder ganho real de salário ao funcionalismo em 2012, além de promover cortes profundos no orçamento. “Estamos trabalhando. Vamos aumentar a receita, trabalhar em políticas de modernização da máquina pública, para fazer com que o Estado tenha melhores condições, e estamos otimistas com relação ao enfrentamento das questões”, disse Hauly. 
A audiência na Assembléia foi realizada cumprindo exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal e foi presidida pelo deputado Valdir Rossoni e contou com a presença do secretário de Estado de Controle Interno, Mauro Munhoz. 

domingo, 5 de junho de 2011

Pesquisa mostra Hauly na frente na corrida para a Prefeitura de Londrina

Do JL e da Gazeta do Povo:






Pesquisa mostra disputa apertada em Londrina

A 16 meses da escolha de um novo prefeito, se as eleições fossem hoje o eleitor de Londrina optaria por mais do mesmo: dividiria votos entre o ex-prefeito Antonio Belinati (PP), o atual prefeito Barbosa Neto (PDT) e Luiz Carlos Hauly (PSDB), deputado federal licenciado e secretário de Fazenda do Paraná (veja quadros). A novidade é Marcelo Belinati (PP), que em várias simulações está grudado em Hauly, desbancando o próprio prefeito e políticos locais como o deputado estadual Luis Eduardo Cheida (PMDB), o ex-vereador Tercílio Turini (PPS) e o deputado federal André Vargas, secretário nacional de comunicação do PT.
Foram entrevistados 686 eleitores acima de 16 anos entre 26 e 30 de maio. O eleitor foi questionado pela Paraná Pesquisas sobre diferentes cenários de segundo turno. No primeiro cenário, Hauly bateria Barbosa com 47,67% a 31,92%. Já na possibilidade de Marcelo Belinati e Barbosa se enfrentarem, haveria quase um empate em razão da margem de erro de 4%: o atual ficaria com 34,55% das preferências dos eleitores e Marcelo com 40,96%. Na última hipótese, entre Hauly e Marcelo, o tucano venceria com leve vantagem, obtendo 44% contra 38,78%.
“As movimentações eleitorais vão se evidenciando aos poucos, apesar da distância da eleição”, diz o cientista político Mario Sérgio Lepre. Apesar dos números, estatisticamente, afirma Lepre, o candidato que está no governo só perde uma eleição “se algo muito sério ocorrer com a administração”.
Barbosa, diz Lepre, passará por uma espécie de referendo ao se arriscar nas próximas eleições “e tem uma chance razoável”. Mesmo os abalos na imagem do prefeito com o caos na saúde e a grita geral quanto à manutenção asfáltica da cidade “tendem a sucumbir” diante da máquina funcionando em favor do administrador , acredita o analista. O impulso de Barbosa em atuar em questões cruciais da cidade – como o calçadão, a regulação de táxis e ambulantes e a poluição visual, por exemplo – são trunfos do prefeito “ainda que tenham sido debates agressivos com a sociedade”.
A sombra da suspeita de corrupção, acredita, seria a pecha que Barbosa deve evitar a todo custo. “Londrina não tolera mais.”
Sem sintomas
A aparição de um bem colocado Marcelo Belinati (PP) nos primeiros lugares da preferência do eleitor de Londrina é um sinal de que o vereador agrega o nome da família Belinati, mas não carrega os sintomas do belinatismo. “Espantoso que o nome dele seja tão presente quando o eleitor é perguntado abertamente, sem uma lista, para indicar em quem votaria. E fica mais presente ainda quando é apresentado diretamente ao leitor”, afirma Mario Lepre, sobre o desempenho do vereador.
O cientista social Lidmar José Araújo acredita que a ascendência de Marcelo Belinati ainda não ameaça as chances de reeleição do prefeito Barbosa Neto. “Até agora a crise não o atingiu diretamente. O prefeito tem um grande desafio: superar a desconfiança contra tudo o que está em volta e imprimir alguma normalidade à administração.”
Segundo Araújo, Barbosa deve “criar uma agenda o mais positiva possível de forma premente”. O cenário desfavorável, sustenta o cientista, “ainda é totalmente recuperável”. Tanto que Araújo vê possibilidades de Barbosa surpreender a cidade com medidas na área da saúde. “É um problema que desgasta todos os prefeitos País afora”, diz. “Atrairia grande simpatia popular se conseguisse um conjunto mínimo de respostas.”
Sobre a ausência de novos nomes, o analista lamenta a falta de articulação dos demais partidos. “Serão os três (Hauly, Barbora e Marcelo). Não tem mais para ninguém”, atesta, excluindo o PT.
Suposta vitória de Hauly reflete desgaste de Barbosa
O desgaste da imagem do prefeito Barbosa Neto fica mais evidente a partir da preferência apontada pelo eleitor na simulação de segundo turno entre ambos.
Mário Lepre avalia que os 47,67% do tucano ante os 31,92% de votos em Barbosa, se a eleição fosse hoje, refletem a reprovação em “um cenário claro de desgaste diante de uma crise”. Para o especialista, Hauly é um nome que entraria na disputa com as mesmas vestes do passado – e não representaria uma ameaça real se o cenário presente fosse diferente.
Sobre a ascensão de Marcelo (40,96%) sobre Barbosa (34,55%) em um segundo turno, Lepre diz que o cenário é, de fato, “espantoso”. “O prefeito perde, na prática, para um desconhecido”. Marcelo Belinati, justifica, é vereador de primeiro mandato, não tem programa de rádio, disputa espaço na imprensa com demais vereadores de oposição e apenas nos últimos três meses tem aceitado, de forma mais aberta, a assumir efetivamente uma postura de candidato para as eleições do ano que vem.
Para Lepre, as chances de Marcelo aumentam diante de uma desistência de Hauly, também eterno candidato à Prefeitura. “Beto Richa vai olhar isso com certeza”, diz, em referência ao poder do governador de “convencer” o secretário de Fazenda tucano a abrir mão da disputa em nome de uma aliança belinatista. “É o que pode complicar o Barbosa se as notícias negativas em torno dele se arrastarem ainda mais.”
Quanto à pífia preferência dos eleitores por candidatos petistas na pesquisa – como Márcia Lopes e o deputado André Vargas – enfatiza Lepre: “O PT, depois de oito anos em Londrina, tornou-se coadjuvante em definitivo”.

Impunidade “absolve” corrupção, acredita analista
Provavelmente impedido de concorrer em qualquer nova disputa em razão da ficha-suja e do sem-número de processos em que é acusado de corrupção, o ex-prefeito Antonio Belinati pode ser reabilitado se os escândalos na gestão da saúde e mesmo na CMTU, também alvo de investigações, se perpetuarem. “De certa forma, uma avalanche de acusações contra membros do governo municipal redimem Belinati”, explica Lepre. “Ainda bem que Londrina gosta de mudar e atualmente já costuma votar contra o que aparece como publicamente muito negativo”.
Um dos motivos pelo qual Belinati poderia ser ‘ressuscitado’ politicamente é, justamente, a falta de punição. “Infelizmente ainda não condenamos desvio de dinheiro, não penalizamos com cadeia, não há devolução de um centavo de dinheiro público desviado. Se as pessoas são acusadas e nada ocorre no âmbito da Justiça depois de longos anos, então está absolvido”. O cientista político diz que em Londrina e no Brasil de forma geral, “vivemos a política do morto-vivo”. “Escândalo sobre escândalo torna os políticos muito iguais”.
Lepre relembra que o motivo pelo qual Belinati foi excluído da eleição anterior sequer se sustentou: “O Tribunal de Contas disse que não havia problemas no convênio que gerou o impedimento dele. Então, na lógica, para o povo, nunca foi condenado por nada”. (texto de Marcelo Frazão).

sábado, 1 de agosto de 2009

Deu na pesquisa

Os cambeenses José do Carmo Garcia e Durval Amaral, amigos inseparáveis que já foram prefeito e vice de Cambé, surpreendem o meio político e surgem na lista dos possíveis candidatos mais lembrados em Londrina, em pesquisa feita pela Paraná Pesquisa.
O assunto foi publicado na net pelo Claudião Osti, do ótimo blog pacocacomcebola.
Zé do Carmo aparece melhor que Durval na pesquisa e tem 2% do eleitorado. Durval, que vai para a reeleição como deputado estadual, surge com 1,17%. Os líderes em cada categoria são Luiz Carlos Hauly, com 25,69% para federal e Antonio Belinati, com 30,22% para estadual.
Como o eleitorado de Londrina é de aproximadamente 342 mil eleitores, e perto de 80% comparece e vota para valer, significa dizer que Hauly faria hoje cerca de 70,6 mil votos e Belinati 83,1 mil votos. Com a mesma conta, José do Carmo faria 5,5 mil votos em Londrina e Durval Amaral 3,2 mil votos. Dos quatro citados, apenas Zé do Carmo ainda não confirmou sua candidatura em 2010.